TCU: 25 candidatos de cidades da região receberam auxílio emergencial

 

Levantamento feito pelo Tribunal de Contas da União (TCU) apontou que 667 candidatos às eleições deste ano em Goiás receberam ao menos uma parcela do auxílio emergencial, mesmo declarando patrimônio superior a R$ 300 mil.

Na lista, constam candidatos aos cargos de prefeito, vice-prefeito e vereador. Um dos postulantes declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) um total de bens que valem mais de R$ 8 milhões.

Nas cidades da região 25 postulantes aos cargos de Prefeito, vice e vereadores estão na lista publicada pelo Tribunal de Contas da União. São dois candidatos à Câmara em Leopoldo de Bulhões, um a prefeito e dois a vereadores em Orizona, três candidatos a vereadores em Pires do Rio, cinco candidatos a vereadores em Silvânia, um postulantes à câmara municipal em Vianópolis, três que disputam as eleições para vereadores em Bela Vista de Goiás, um candidatos a vereador em Bonfinópolis, cinco candidatos à vereadores em Ipameri e dois que querem ser vereador em Gameleira de Goiás.

O relatório considerou o valor de R$ 300 mil porque uma medida provisória assinada em setembro deste ano passou a vetar a concessão do benefício a quem declarou bens a partir de R$ 300 mil em 31 de dezembro de 2019. Essas pessoas não podem receber o auxílio emergencial residual, de R$ 300.

A decisão de tornar públicos os nomes dos candidatos – não só de Goiás mas de todo o Brasil – foi do ministro Bruno Dantas. Os dados foram obtidos com base em um cruzamento feito pelo TCU e também pelo Ministério da Cidadania. Todos os benefícios detectados foram cancelados, exceto casos concedidos pela Justiça.

O ministro alertou que, nos casos encontrados, pode haver o “risco de erro de preenchimento pelo candidato” e de “fraudes estruturadas com dados de terceiros”.

Dantas pontuou ainda que somente o Ministério da Cidadania “pode confirmar se o pagamento é indevido” e que apenas o Tribunal Superior Eleitoral” pode confirmar eventuais crimes eleitorais”.

Confirma aqui a íntegra da publicação do TCU

( Com informações do G1/Goiás e do Tribunal de Contas da União )

 

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *