Governo federal reconhece amparo ao idoso em Goiás

O Estado de Goiás tem se destacado no tema proteção a idosos, a exemplo do que já ocorre na educação, segurança pública, saúde e economia, com a geração de emprego e renda. O governo federal reconheceu o sucesso das ações de prevenção no Estado, que registrou o menor número de mortes por covid-19 em instituições de longa permanência durante a pandemia.
A informação foi repassada ao governador Ronaldo Caiado pela gerente de Promoção e Direitos da Pessoa Idosa, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), Daniela da Gilka, nesta quinta-feira (1º/10), durante evento, no Palácio das Esmeraldas, em comemoração ao Dia do Idoso e anúncio de investimento de R$ 1,8 milhão para reforma e melhorias na Casa do Idoso Vila Mutirão.
“Estamos construindo um novo momento na política social e vamos ampliar isso, avançar. A disputa nossa é positiva, de resultado, onde o cidadão é quem ganha”, afirmou o governador, que destacou o esforço coletivo para devolver Goiás aos goianos. “Se hoje melhoramos em todas as avaliações feitas no cenário nacional, devo à competência de meus servidores e à dedicação de meus secretários e auxiliares”, avaliou ele.
De acordo com a gerente Daniela da Gilka, o reconhecimento partiu do secretário nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa, do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), Antônio Costa, que, por telefone, parabenizou o trabalho desempenhado pela secretaria e citou a expectativa de que o representante do governo federal venha pessoalmente conhecer o que é feito em Goiás. O fato foi celebrado pelo governador. “Não queríamos ter nenhum óbito, mas nosso Estado registrou os menores índices, configurando-se numa referência nacional em proteção à pessoa idosa”, destacou.
A secretária de Desenvolvimento Social (Seds), Lúcia Vânia, afirmou que há uma presença muito forte do governo federal no trabalho do Estado, que é receptivo às parcerias propostas voltadas para a terceira idade bem como eficiente nos resultados. Ela citou o plano de contingência executado durante a pandemia, sob determinação do governador Ronaldo Caiado. Com isso, argumentou, o número de idosos contaminado bem como de mortes foi relativamente pequeno. “Quando havia um caso, agíamos imediatamente. O paciente era isolado e disponibilizados equipamentos de proteção individual, não só para acolhidos, mas também para servidores que ali trabalhavam”, pontuou.
Lúcia observou, ainda, que o Estado responde às exigências impostas pelo governo federal. Neste sentido, reconheceu o empenho das gerências relacionadas à área, “que não deixam os programas caírem”. Ainda segundo a secretária, na maior parte das unidades, as associações não têm documentação correta e é preciso prestar apoio a estas entidades, para que não fiquem fora de programas lançados, seja em âmbito público ou privado.  ( A Redação – Foto: divulgação )

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